Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

origem

Sometimes I scare the crap out of myself. Sometimes I just feel like I don't care about tomorrow or the consequences or the implications or the most assured tears that will role over my face.


 


Sometimes I think I might just threw it all away for one kiss. My "kingdom". My serenity, and knowledge and proverbial common sense, and maturity, and my so precious wisdom. It could all blow in my hands. It's not like it would be a first. All for just one stupid kiss. That's how it all starts. A stupid kiss.


 


So could you kiss me already?


 


(There, it's out. Now nevermind I've said it.)

Não acreditar no amor e não ter coração (ou tê-lo deixado num congelador dum qualquer 3º andar, entre as ovas e os hambúrgueres de perú) tem lados positivos.


Por exemplo, quando se nos cai de repente um homem hiper-charmoso no quotidiano, completamente o nosso tipo (cuidado, sensível, honesto, calmo, melancólico até, romântico, alentejano como dita a sina, etc., etc.) e nos deparamos a jantar com ele, não há qualquer pressão. Pela primeira vez na vida, não se cora, não se fica ansiosa com expectativa de agradar, diz-se disparates e não se lamenta sequer um. Diz-se objectivamente que ele se devia afastar da tipa que andou a fazer dele gato-sapato, até porque se pode vir a estar interessada na sua companhia, bebe-se o vinho todo e no fim conclui-se que não há hipótese, porque não só ele faz lembrar demasiado o grande amor da nossa vida, como tem dois mesmos defeitos que o outro (fuma e é do Benfica), e ainda por cima não é de esquerda. Não vai dar, ser órfão é essencial mas não compensa o resto.


E é assim, sem dramas nem complexos. Ice, ice baby.