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Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

origem

Quando era bem miúda, desde os 10 ou 11 anos, escrevia poemas. Depois, com o romantismo adolescente a incitar, escrevia poesia. Escrevi um livro, está algures numa velha disquete azul. Terminado, não mais voltei a pegar na poesia, desde os 17 talvez. O escape mudou de forma, a prosa (mais ou menos melódica, mais ou menos "poética") adequa-se tão melhor à minha inconstância (ia escrever rebeldia) serena e explosiva, à vez.


Agora estou a fazer um curso e pedem-me que escreva um poema. E eu vazia de ideias com sílabas contadas, ansiosa, um bloqueio de quem tem de revisitar nós que se deixaram ficar atados.


Recorro aos "meus" poetas, Eugénio, Júdice, Gomes Ferreira...


Vamos ver!