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Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

origem

Eu subia, ela descia. Nós na garganta. Quando os olhares se cruzaram, um suspiro de alívio. Alguém que compreende as tuas dores e os teus horrores, de ângulos diferentes, mas que compreende. Deixas de te sentir isolado no canto de lamentações que construíste. Ela parou, eu corri até ao cimo das escadas rolantes e tornei a descer. Abraçámo-nos. “Estás bem?”, perguntou. Abanei a cabeça. Ela afagou-me o cabelo e chorou comigo. Não nos despedimos e seguimos cada uma o nosso caminho.



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