Nunca desejei ser melhor que os outros. Mas sempre fiz questão de ser a melhor que conseguisse, em tudo.
Ia contar uma estória de pessoas feias, que ficaram contentes quando a croma da turma (moi même) só teve um 14 num teste de Matemática, piscavam olhos trocistas (apesar de terem notas piores) e cochichavam divertidas. Pessoas feias que encontram alento em ver os outros menos bem, pessoas a quem os sorrisos caíram no chão quando o professor (Olímpio de seu nome) me chama de novo, tinha-se esquecido de somar toda uma parte do teste e a nota afinal era 19. Mas pessoas que eram feias e se calhar ainda são não merecem o meu tempo nem as minhas palavras.
Portanto era só para dizer que em relação ali ao primeiro parágrafo, estou bastante contentinha. Sem decepções para comigo própria, e isto é bom.

