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Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

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Não, os amores não morrem. Eu sei disso, tu também. Toda a gente que já amou sabe que os amores nunca morrem. Arrumam-se, afastam-se, definham, esquecem-se. E a verdade é que eu amei-te. Como te amei! E a verdade é que penso ainda em ti, que a tua ausência me dói ainda horrores. Que a saudade sufocada persiste. A verdade é que procuro pretextos para deixar as lágrimas rolarem, porque sei que nelas te encontro. Sempre foi assim, as minhas lágrimas têm o teu nome. A minha verdade, o teu nome e as lágrimas, ao menos esses ficarão indissociáveis para sempre.


 


 


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