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Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

origem

Não tenho de sentir-me mal por exigir o mínimo que considero aceitável.

Não tenho de pedir desculpa por me sentir desiludida com quem me falha.

Mereço o melhor, porque de mim dou o melhor.

Não, não me satisfaço com o possível, quero a perfeição, sempre.

Não me contento com nada a meio-gás, incompleto, aos bochechos; ou é a todo o vapor, sem hesitações, ou não é nada.

Não tolero a mentira, nenhuma forma de mentira, e abomino mentirosos.

Nunca fui europeia, sempre quis ser deslumbrada com o mundo inteiro.

As migalhas não matam a fome, só prolongam o engano.

Não quero um poucochinho, quero tudo.

Não respondo assim-assim, em grayscale, só sei falar a preto e branco.

Não quero telegramas, gosto de poemas.

Não quero relatos, quero ser a narradora da minha acção.

Não sou feliz com a aproximação, quero a sorte grande.

Não chega. Não para mim.

 

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