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Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

origem

 Foste

eco das vontades amargas

porta de luz sem calma

palavra amiga, ansiosa, ansiada

rede que pesca às escuras

tiro certeiro que ecoa no peito

coragem de ousar dizer talvez

euforia na ausência, que queima
poesia de dois gumes como facas errantes

presença mágica de obra diurna

faísca melosa a querer beijar

sonho de hoje, de antes e sempre

 

És

promessa de vida, de luz, de ti

conto de fadas enrolado no tempo

momento que foge e que marca a saudade

memórias fechadas na palma da mão

sorrisos imaginados, embrulhados nos meus

poção de ternura que não embriaga

areia na concha da mão que te dei

vento presente que embala a distância

 

Serás

 

suspiro pelos beijos que nunca morrem

alvorada recorrente no fundo da alma

 

SEMPRE, Amor

 

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