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Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

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Não sei se já tinha dito aqui que sou do contra e sou a pessoinha menos in e na moda cá do bairro, que a cena do Maria-vai-com-as-outras, do mainstream e do clone me faz espécie. (Mentira, não é só para ser do contra, calha é ser minoritária em muitas coisas - mas tenho sempre razão à mesma.)
O gin, bebida tão em voga, que move legiões de fãs... não me diz nada. Não me sabe a quase nada. Se não houver nada melhor, bebe-se, só com limão e gelo, que as bebidas diluídas não são a minha praia. Mas prefiro mil vezes uma vodka como deve ser (nada daquelas mixórdias sem sabor e cheia de corantes, boa é a vodka polaca, aquela com uma erva a que chamam bisonte, ou lá o que é), uma aguardente velha, uma slivovika, uma ginja, um bourbon macio, um whiskey, um Moscatel (de Setúbal, obviamente), um Porto ou até um ouzo. Uma bebida a que não é preciso juntar especiarias e mariquices para ter algum interesse. Gin com pimenta e coentros, e estrela de anis e pós de perlimpimpim?! Tenho cá para m que as pessoas que dizem que gostam de gin e bebem estas coisas coloridas e bonitas, todas temperadas como se fosse vinha-de-alhos, do que gostam mais é de mostrar as fotografias no instagram. Ou então são como as que "adoram" café e só o conseguem beber com uma colherada de sopa de açúcar. Ou seja, gostam tanto como eu gosto de pimentos assados.



 

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