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Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

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O meu Falecido* está apaixonado. Aposto! Porque o conheço quase tão bem como ele a mim e, quando ele se apaixona não há como esconder, mesmo com distâncias e silêncios. Torna-se na criatura mais romântico-lamechas que possam imaginar. :) Do género canções românticas até à exaustão, flores e passarinhos. Comédias românticas e mimos. Muito Nicholas Sparks. (Pois, nada a ver comigo.) Estou feliz por ele e quase me apetece passar por cima duma série de coisas e abraçá-lo. Fico mais descansada. Não que me sentisse culpada (até porque foi ele quem tomou a melhor decisão das nossas vidas, de me "abandonar" quase no altar), mas porque acho que ele andou muito tempo a procurar o que não se encontra assim, ou surge ou não, e temia que a insistência nessa procura lhe esgotasse os sonhos que eu conheço bem. E caramba, gosto dele, é uma pessoa boa (com os seus defeitos como os comuns mortais, naturalmente), foi uma pessoa tão importante no meu passado, fez-me feliz, deu-me momentos mágicos, pediu-me em casamento (twice), apoiou-me e aturou-me as loucuras, foi um grande companheiro. E merece encontrar quem o complete e faça feliz como eu nunca faria. Que seja desta vez!!!


 


*Petit nom para tipo de ex que morreu no coração. Não confundir com Parvalhão, outra coisa, mais ambígua, que, à falta de melhor, descrevo com as palavras da minha querida Eva: "Os Parvalhões são aqueles por quem estamos apaixonadas."

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