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Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

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Não há um diazinho que tenha passado, desde que me conheço por gente, que não tenha este desejo a roer-me a pele por dentro. E podia ir mais além e extrapolar, mas fico-me pelo sentido literal. É um bocado doentio, na verdade. Começa a acumular-se uma pressão cá dentro, uma moinha, uma vontade de pegar na mochila e na máquina fotográfica e sair sem destino e sem dar cavaco a ninguém. É quase uma claustrofobia, uma mágoa na alma, que pede o que lhe faz bem, não sei explicar muito melhor. A verdade é esta, se fico muito tempo sem viajar, passear, ir para fora cá dentro que seja, há qualquer coisa que me morde, a inquietação não dá tréguas. O que pode ser uma real chatice, porque nem sempre há condições: dinheiro, companhia, tempo (por esta ordem, que o tempo vai-se arranjando, nem que seja um fim-de-semana quando em vez para desenferrujar). Estou desesperadamente a necessitar duma injecção de passeata veias adentro. E depressa!


 




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