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Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

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Já pensei um milhão de vezes em pedir desculpa. Mas não peço. Não posso pedir só porque lhe sinto a falta e lamento as consequências. Pedir desculpas de quê? Se não fiz nada que não fosse exactamente o correcto, aquilo em que acredito e se assumi sempre todas as minhas opções e opiniões. Não peço desculpas por ser quem sou, pensar e sentir como penso e sinto. Orgulhosa? Sim. E sobretudo segura de estar certa, pura e em paz com a consciência.


Ele tem muitos motivos para me pedir desculpas a mim. E eu fui sempre desculpando, sem os pedidos. E continuo a magicar desculpas para negar que uma pessoa que tanto idealizei pode ter falhas daquela dimensão.


Já pensei um milhão de vezes. Como um meio para atingir um fim. Mas teria de passar por cima dos meus princípios. E ele pode até merecer quase tudo, pode até ser tão especial que eu (ainda) ache que valha a pena os sofrimentos, as mágoas e as lágrimas. Mas nada, nem mesmo o grande amor da minha vida, vale mais que os meus princípios.


 


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