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Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

origem

Dá-se alvíçaras a quem a encontrar neste cubinho pequeno e desejoso de estoirar.





Necessito, urgentemente, dum momento que irrompa claustrofobia dentro e me recorde das razões pelas quais ainda aqui estou, no mesmíssimo sítio do ano passado. Se o que quero não está aqui, ou não quer estar. Se sei que era melhor fazer a trouxa e virar costas. Se não há sinais de luz no fundo do túnel. (Um aceno, um pontinho pequenino de luz trémula, qualquer coisa?) Ir, esquecer e seguir? Renunciar a tudo o que faz sentido, a tudo o que se Ama (é a palavra, deixemo-nos de rodeios)?





Não é justo sequer ter de decidir. Por isso vou, angustiadamente, persistindo. Até quando? Universo imbecil, demoras muito mais a devolver-me a poesia?

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