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Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

Ventania

Na margem certa da vida, a esquerda.

origem

Ontem foram as camadonas de nervios, meia hora a soluçar na casa-de-banho de manhã, cabeça prestes a rebentar, joelhos a tremer e estômago em plena revolução (ou a dançar o samba, não percebi bem), que me atiraram para a cama às 10 da noite como se tivesse sido atropelada por um camião, mas em replay contínuo.


 


Os sucos gásticos não tinham nada para corroer e vai daí acharam por bem conhecer outro tipo de canalizações (espero que sejam bons para desentupir).


 


As fases femininas que normalmente duram 5 dias alojaram-se há mais de duas semanas e não parecem com vontade de bazar.


 


O golo na cerveja que dei há bocado soube-me a ácido de bateria.


 


E mesmo as melhores das amêndoas de Páscoa (chocolate com canela) estão ali abandonadas e não me apetece nada para além de laranjas e maçãs.


 


O cocktail de drogas (lícitas, antes fosse das outras) continua o mesmo de há uns tempos para cá, nunca causaram nenhuma destas reacções.


 


Ou meu corpo está a rejeitar o meu cérebro, ou o meu cérebro está a comandar a operação self-destruct, não vejo outra explicação. [Até vejo, mas não quero.]


 


A ansiedade pode fazer isto tudo sozinha, certo? Acho que preciso mesmo de emigrar...

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